Terça-feira, Abril 28, 2009

Pollo a la brasa 2


Acabo de ler um comentário a um post meu sobre pollo a la brasa e resolvi responder por aqui. As pessoas realmente perderam a consideração pela opinião dos outros. Paladar é como religião. Assim como não dá para discutir e impor que o teu deus é melhor que o deus da vizinha. Logo, concluo que não deveríamos impor os nossos gostos à mesa, ainda mais quando quem quer impor apresenta um comentário praticamente anônimo. Não quero que coloquem o nome completo porque eu também não coloco o meu, mas pelo menos um link para um blog ou um e-mail.

Eu não quero impor minha opinião a ninguém sobre a culinária peruana, que eu adoro, diga-se de passagem. Mas tenho meus conceitos e dizer que tenho paladar limitado só por haver lido um post onde digo que considero o pollo a la brasa como frango de padaria é uma das provas de que o mundo é intolerante com a opinião alheia.

Eu considero o pollo a la brasa um frango de padaria sim. E, na minha opinião, frango assado deve ser um dos pratos mais antigos da humanidade. O que muda é o tempero? Sim, claro. Mas isso acontece com qualquer prato, até os mais simples. O arroz que se come na minha casa não será igual ao que se come na sua. Olha o tempero aí! Mas frango com batatas fritas eu já comi em muitos lugares, não só no Brasil ou no Peru.

Nunca disse no post sobre o pollo a la brasa que não existe variedade de pratos no Peru. As pessoas precisam saber ler e interpretar um texto sem “buscarle cinco patas al gato”. E tem mais: as pessoas não comem tamal e chicharrón todos os dias no café da manhã. No campo, por exemplo, na serra de Cajamarca, comem sopa bem cedinho. Isso é fato, não é subjetivo. Também não tomam lanchinho todas as tardes. Outro fato.

Ser turista num país é uma coisa, morar nele com uma família brasileira é outra, e morar com peruanos é outra completamente diferente. O que eu escrevo no meu blog é a minha visão do Peru e dos peruanos. É a minha realidade, uma a mais entre tantas outras. Fenomenologia, meu caro.

Quarta-feira, Abril 22, 2009

Finalmente, tomei vergonha na cara e vou terminar a bendita tese. Estou me afogando em livros e estou encontrando grande dificuldade em me organizar, em fazer fichas de leitura. Por que os dias passam tao rápido? Em dezembro defendo de qualquer maneira.


Domingo, Fevereiro 01, 2009

Portugal

Domingo. Dia de acordar mais tarde durante estas férias. Tomamos um café da manhã gostosíssimo na Pousada. Eu, como sempre, tomei meu suco de laranja, sem o qual meu dia não funciona. Pão, ovo mexido, salada de frutas, biscoitinhos de canela e chá de melissa. A Pousada Nossa Senhora da Oliveira é um charme, em frente à Praça das Oliveiras, um dos pontos mais bonitos de Guimarães.


Saímos às 10h30 rumo a Braga. No caminho, encontramos placas para Citânia de Briteiros e decidimos parar para visitar antes de seguir caminho. As ruínas arqueológicas de Briteiros são uma prova da existência de um povo primitivo, de origem pré-romana. As ruínas são muitos interessantes, dá para ver a rua principal, o que sobrou de algumas casas e o sistema para a chegada de água à comunidade.

Além disso, tinha uma vista fantástica da Freguesia de S. Salvador de Briteiros, uma comunidade rural com uma igrejinha bem simpática, mas que estava fechada quando passamos.
De Citânia de Briteiros, continuamos debaixo de chuva nosso caminho até Braga. Errei o caminho muitas vezes. Eu, definitivamente, não sou boa em ler mapas.

Em Braga, fomos à Catedral da cidade, que é considerada a mais antiga de Portugal. Chegamos justamente quando estava terminando a missa. Apesar de não ser muito fã de missas, a voz da moça que cantava era espetacular e sim, me comovi. Igreja cheia. Saímos de lá e fomos passear um pouco antes de almoçar.

Almoçamos na Adega Malhoa e comemos um Rojão à moda do Minho, que nada mais é que carne de porco com batata frita e arroz. Eu acompanhei com um vinho verde e marido com uma cerveja. A sobremesa foi aletria, o que me fez ficar com água nos olhos. Lembrei muito de minha avó que sempre preparava isso no Natal.

Depois do almoço, fomos passear um pouco pela cidade e com a chuva torrencial que caía, acabamos entrando no Bragashopping. Nunca conseguimos encontrar Bom Jesus do Monte... Uma pena.
Na volta, passamos pela Pousada Santa Marinha, em Guimarães, um antigo mosteiro. Uma graça. Depois fomos na Supremo Gosto para o marido tomar um café e comer um pastel de nata. Como eu fiz promessa de não comer nada até o jantar, tive que cumprir e não comi meu pastelzinho de nata.

Sexta-feira, Janeiro 16, 2009

Adoro Ano Novo. Ainda mais quando estou cheia de projetos pessoais e profissionais. Que coisa boa!

Terça-feira, Outubro 14, 2008

Something to learn

Time is a great healer.

Terça-feira, Outubro 07, 2008

Sempre me vi nela

I am Elinor Dashwood!


Take the Quiz here!

Diazinho mais ou menos

Ô, diazinho mais ou menos. Acordei às 9h30, o que é uma maravilha, depois de ter sonhado que estava no Egito e um guerreiro com uma espada de prata enorme me perseguia para me matar. Freud explica. Tomei uma xícara de água quente, como prega a Gillian McKeith, do "You are what you eat". Depois dei uma caminhada rápida pelas ruas do bairro, mas eficiente. Passei num mercadinho com umas frutas maravilhosas, mas caras. Andei até onde eu costumo comprar e trouxe para casa laranjas deliciosas, bananas e abacate. Meu café da manhã foi uma maravilha: suquinho de laranja fresquinho e pão árabe integral com abacate. Depois rumei para o banco (ô, coisa chatinha) e logo fui ao Ministério do Interior pegar os vídeos. Cheguei em casa, almocei mais espinafre. Comprei tanto espinafre que há dois dias só como isso. E agora, num dia realmente sem trabalho, estou aqui no computador, lendo mais sobre Jane Austen.


Quinta-feira, Setembro 11, 2008

Nojo

Estou no aeroporto para ir a Buenos Aires. Acaba de sentar um chinês na minha frente. Come o seu sanduíche e dá um arroto gigante. Sou totalmente contra o governo chinês e suas políticas de censura e a vista gorda sobre o trabalho escravo no país. Mas os hábitos de higiene que o governo pediu para que os chineses adotassem foi excelente. Pena que acabando as Olimpíadas terminam os hábitos. Que nojo!